60 anos da CAPES - Contabilidade & Métodos Quantitativos

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segunda-feira, 18 de julho de 2011

60 anos da CAPES


A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério de Educação comemora, este ano, 60 anos de sua criação. Desde a sua criação tem tido um papel importante e estratégico no desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no nosso país.

O domínio do conhecimento e da pesquisa em diferentes áreas como: novos materiais, fármacos, nanotecnologia, biomassa, biotecnologia, entre outras, passa necessariamente pela boa formação dos nossos profissionais que atuam nas universidades, centros de pesquisa e indústrias.

Em 2010, dentro de uma política de capacitação de nossos profissionais, a Capes concedeu 63 mil bolsas de pós-graduação. Sendo, 58 mil bolsas de estudos no Brasil e cinco mil no exterior, nas diferentes áreas de pesquisa. Dessas bolsas de estudos a maioria tem sido distribuída com os estados da região sul e sudeste, totalizando para essas regiões, 39.407 bolsas.

Apesar de o número de bolsas de pós-graduação ter aumentado nos últimos anos, se faz necessário um esforço maior do governo no sentido de ampliar o programa de bolsas, para que um número maior de brasileiros e brasileiras de todo o país tenham as mesmas oportunidades de acesso aos cursos de pós-graduação no país e no exterior. Os desafios para que o Brasil se consolide internacionalmente como um país desenvolvido econômico e socialmente, passa necessariamente pela formação e qualificação do seu povo.

A Capes além de investir na formação de mestres e doutores, está investindo também na formação de professores da educação básica. Em 2010, segundo informações da própria Capes, foram concedidas 53 mil bolsas para a formação de professores desse ciclo.

Como disse o Ministro da Educação, Fernando Haddad: ”A Capes comemora 60 anos com o resgate do ideal do educador Anísio Teixeira, que criou esta agência para a formação de quadros de nível superior para a educação no seu conjunto e não apenas para a educação superior”. Acrescenta ainda o Ministro: “É o momento de resgatar a qualidade da educação pública no Brasil e a partir da base promover mudanças positivas na pós-graduação e nos extratos superiores da educação.”

O baixo nível da grande maioria das escolas públicas, do ensino fundamental e médio, termina de certa forma influenciando nos cursos de graduação das universidades e consequetemente repercutindo também nos cursos de pós-graduações no nosso país.

É preciso que todo sistema de educação, do fundamental ao universitário, tenha qualidade para que possamos ter, cada vez mais, programas de pós-graduação consolidados e qualificados. Formando, assim, pesquisadores e cientistas brasileiros capazes de contribuir para o desenvolvimento do país.

Fonte: Prof. Luiz Renato

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