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domingo, 2 de junho de 2019

[REVIEW] Ações Comuns, Lucros Extraordinários: 15 questões de Fisher e Scuttlebutt

"Ações Comuns, Lucros Extraordinários" é a obra prima de um dos maiores investidores de todos os tempos. Particularmente, Philip Fisher é uma das minhas principais referências como investidor. Eu comecei a investir muito antes de conhecer o trabalho de Fisher, mas já seguia alguns dos "mandamentos" dele. Por isso, quando li, me senti muito familiarizado, porque gosto de empresas de crescimento.

O livro não é tão básico quanto o "Elementos do Investimento", cuja resenha eu já publiquei aqui no blog, mas é leitura fundamental para qualquer investidor que faz stock picking (processo de escolher ações de modo a gerar mais retorno do que o mercado).

Também diferente do "Elementos", que trata especialmente de investimento passivo (uso de ETFs, que são fundos de índice que têm custo barato), o "Ações Comuns" trata de investimento ativo (que busca gerar retornos maiores do que o mercado).

Eu li a versão do livro em inglês, cujo título original é "Common Stock and Uncommon Profits", logo, eu não sei se a tradução do livro para português está legal. Recomendo sempre que leiam a versão original, em inglês. 

Abaixo eu disponibilizo o link para as duas versões. Se vocês comprarem pelo link abaixo, eu ganharei uma comissão que é revertida para a manutenção do blog - todavia, recomendo que pesquisem em outros sites também, para ver onde conseguem comprar mais barato, inclusive livros usados.






Para quem preferir, fiz um resumo da resenha em vídeo:




QUEM É O AUTOR

Philip Fisher: foi Professor, analista, autor de livros, mas mais conhecido como um grande gestor de fundos de investimentos. Fisher começou sua carreira em 1928 e fundou a Fisher & Co. em 1931, ficando no comando da empresa até 1999 - quando se aposentou com 91 anos!






UMA VISÃO GERAL

O livro é composto por prefácio e introdução escritos pelo filho (Kenneth Fisher) de Philip Fisher (não pulem essas páginas), com mais 10 capítulos e mais uma conclusão. Isso tudo nos é apresentado em pouco mais de 170 páginas.

No prefácio você entende o quão importante foi Philip Fisher para a formação do seu filho. O prefácio é realmente um texto emocionante de se ler. Você sente a paixão do filho pelo pai.

A primeira vez que que Kenneth Fisher leu o livro do pai foi aos 8 anos de idade e tudo o que ele viu foi "um monte de palavras que ele precisava de dicionário para entender", todavia voltou a ler o livro aos 20 anos e atualmente ele também é gestor de fundos e também tem livros e pesquisas publicados. Kenneth foca muito nas famosas "15 questões" de Fisher e no (meu querido) método Scuttlebutt.

Um ponto muito legal do prefácio é que é dada uma ênfase muito forte na parte final à questão do mercado volátil e de baixa. Fica claro que Fisher focava muito nos fundamentos das empresas e via a volatilidade como uma forma de aumentar suas posições nas empresas que ele realmente acreditava.

Na introdução ao volume, Kenneth Fisher, mais uma vez, toca no assunto "família", mostrando a importância da família para o desenvolvimento do seu pai, bem como a importância do networking e troca de ideias (base do Scuttlebutt).

O capítulo 1 é bem curto e fala de "história" e como ela pode nos ajudar a encontrar boas oportunidades de investimentos.

No capítulo 2 você entende o porquê de Kenneth Fisher ter dito que o capítulo que apresenta a ideia da Scuttlebutt é muito bom, apesar de curto. Talvez esse capítulo poderia ser um livro a parte!

A ideia por trás do Scuttblett é tentar encontrar informações que você não conseguiria encontrar entrando em contato direto apenas com a empresa que você está pensando em investir.

Você já deve ter visto um check-list com os "15 Pontos (ou questões) de Philip Fisher" em algum site, instagram ou grupo de whatsapp. Esse check-list é tratado no capítulo 3 do livro. O capítulo trata "do que comprar", por meio dos 15 famosos pontos, que eu apresento nos trechos de destaque mais abaixo. Eu até tive umas ideias "científicas" lendo o capítulo, mas, dando uma de Pierre de Fermat (leia clicando aqui), o cantinho da página não foi suficiente para apresentar a ideia toda - talvez um dia eu publique.

Após falar sobre os 15 Pontos, o capítulo 4, em boa parte, trata do que você deve analisar quando estiver escolhendo um assessor de investimentos ou um fundo, mas ou menos em linha com "O Investidor Inteligente". O capítulo também trata de alocação de ativos baseado no perfil de risco do investidor.
Após saber "o que comprar", no capítulo 3, o capítulo 5 nos dá ideias sobre quando comprar uma ação. Eu achei a leitura desse capítulo um pouco pesada e cansativa, principalmente por não ser dividido em subtópicos (gosto de livros que fazem isso). Em algumas passagens eu até anotei que deveria ler de novo antes de escrever a resenha.

Fisher comenta que se o indivíduo achou uma ação que é realmente boa, ele não deveria comprar ela a qualquer momento? A resposta para isso é variável e você encontrará a explicação no capítulo.

Já que há um capítulo sobre quando comprar uma ação, teria que haver um capítulo falando quando vender uma ação, confere? Confere, mas essa é uma coisa que é muito pouco falada. Muita gente fala sobre quando comprar, mas pouca gente fala sobre quando vender. É isso que o capítulo 6 trata: três razões para vender uma ação (comento sobre elas nos trechos de destaque, para quem não tiver problema com spoilers).

O capítulo 7 tenta desmistificar o "fato" de que boas empresas devem pagar dividendos. Muitas vezes, inclusive, é muito melhor a empresa reter o lucro todo e reinvestir nas suas próprias atividades do que distribuir dividendos. Quem segue os 15 pontos de Fisher não deve ter muitos problemas com empresas que retêm os lucros de forma equivocada, porque não compram simplesmente empresas "baratas", mas sim empresas muito boas. Há um detalhe sobre o capítulo, que boa parte dele não se aplica ao Brasil, porque (ainda) não temos tributação de dividendos.

Os capítulos 8 e 9 tratam de coisas a não se fazer. Nos trechos de destaque eu apresento a lista.

Por fim, o capítulo 10 é como se fosse a parte mais "prática" do livro, em que Fisher fala sobre como ele faz para analisar as empresas. O capítulo 10 deve ser lido e relido com muita atenção, após ter lido o restante do livro.

P.s.: O livro que eu li é a versão em inglês, que é um volume só, com os 3 livros de Fisher (a resenha dos outros está na minha lista para fazer depois - lá no meu instagram eu costumo perguntar qual é o livro que as pessoas querem que eu faça a resenha).



TRECHOS DE DESTAQUE

Sobre a ideia do Scuttlebutt:

Vá até 5 empresas de um setor, faça perguntas inteligentes a cada uma delas sobre pontos fortes e fracos sobre as outras 4 empresas. Em 9 de 10 vezes você obterá uma surpreendente e detalhada visão geral sobre todas as empresas.
Sobre as fontes de informação para o Scuttlebutt:

(...) concorrentes são apenas uma das fontes de informações e não necessariamente são as melhores.  (...) Pesquisadores das universidades (research scientists), dos governos e das empresas são outra fonte fértil de dados importantes.

Se referindo a alguns profissionais do mercado de capitais, ele soltou a clássica frase: "homens que sabem o preço de tudo e não sabem o valor de nada".

Aqui estão os famosos "15 pontos de Philip Fisher" (ou "15 questões de Philip Fisher"):


  1. A empresa tem produtos ou serviços com potencial de mercado suficiente para garantir o aumento das vendas por muitos anos?
  2. A gestão da empresa tem determinação para continuar a desenvolver produtos ou processos que aumentarão o potencial de vendas quando o potencial dos produtos ou serviços atuais já tiver sido explorado?
  3. Quão efetivas são as pesquisas e desenvolvimento de novos produtos e serviços da empresa em relação ao seu tamanho?
  4. A empresa tem uma organização de vendas acima da média? (lembrei muito da Magalu aqui nesse ponto em especial)
  5. A empresa tem uma margem de lucro que vale à pena?
  6. O que empresa tem feito para manter ou melhorar sua margem de lucro?
  7. A empresa tem uma boa relação com os seus funcionários?
  8. Existe boa relação entre os executivos da empresa?
  9. A empresa tem outras pessoas com quem contar, caso haja algum problema com as pessoas chave? (aqui eu precisei usar uma tradução mais livre do que entendi do ponto, porque a tradução "ao pé da letra" estava soando bem estranha)
  10. Quão boa é a análise de custos e controles das contas? 
  11. Existem outros aspectos do negócio, de alguma forma peculiares nesse setor, que dê ao investidor pistas importantes sobre quão bem a empresa poderá ser em relação às suas concorrentes?
  12. A empresa tem uma visão de curto ou de longo prazo sobre os seus lucros?
  13. No previsível futuro, o crescimento da empresa exigirá novas emissões de ações, que diluirão os acionistas que não aumentarem a sua posição, reduzindo os benefícios daqueles que se anteciparam àquele crescimento?
  14. A empresa fala normalmente com os seus acionistas quando as coisas estão indo bem, mas se cala de repente quando as coisas estão indo mal? (isso me lembra algumas empresas que eu tive em carteira.... ah, safadas! Mas aprendi!)
  15. A empresa tem uma gestão com integridade inquestionável?

Talvez seja uma boa ideia no futuro escrever um texto falando apenas sobre esses 15 Pontos.
  • Com relação ao Ponto 10, recomendo que estude alguns materiais no meu curso de análise das demonstrações contábeis clicando aqui.

Sobre o detalhamento de custos do Ponto 10, é difícil saber muito sobre os custos e análise dos custos das empresas estando fora delas, mas ele nos dá uma ideia sobre isso:

Nenhuma empresa continuará ter excelentes resultados para um longo período de tempo se ela não consegue explicar seus custos em geral com acurácia suficiente e detalhes para mostrar o custo de cada pequena etapa nas suas operações.

Algumas empresas até divulgam algum tipo de informação sobre isso, mas como não é uma informação obrigatória e isso é uma ótima munição para os concorrentes, acaba que esse tipo de informação é muito privada. Mais uma vez, a Scuttlebutt é essencial!

Sobre a escolha de um assessor de investimentos:

Antes de escolher um assessor de investimentos, um investidor deve saber qual é o conceito de gestão financeira/de recursos do assessor. O investidor deve escolher um assessor cujos conceitos são fundamentalmente iguais ao do investidor.

Como eu disse antes, muita gente fala sobre quando comprar uma ação e pouca gente fala sobre quando vender uma ação. Fisher diz que existem apenas 3 razões para se vender uma ação, quais sejam:

  1. Quando se cometeu um erro ao comprar. Nesse caso, o investidor deve deixar o ego de lado e reconhecer que errou e tentar se livrar do erro rapidamente, para que o prejuízo não cresça cada vez mais. Às vezes relutamos em nos livrar um prejuízo, torcendo para que haja recuperação... porém a torcida pode trazer ainda mais prejuízos. Só erra quem tenta, não se preocupe muito com isso, mas tente aprender com o seu erro. Essa é a principal lição dessa razão para vender;
  2. Quando a empresa perde os fundamentos que fizeram com que você a comprasse. O investidor precisa estar sempre de guarda levantada, porque os fundamentos podem mudar. Inclusive, eu comento isso na minha palestra de Mitos sobre Valuation (clique aqui). Quando os fundamentos mudam, você pode mudar de opinião. Buy and Hold só é válido enquanto o caso é bom;
  3. Quando você tem oportunidades de investimento melhores. Às vezes temos oportunidades de investimentos melhores do que as que já temos e não temos mais dinheiro para aportar, porque já está tudo aplicado. Nesse caso, vale vender a ação menos atrativa para pegar uma mais atrativa. Fisher ressalta que você precisa estar muito seguro da decisão, porque às vezes isso pode dar errado e você ficar com "dor de corno" (ele não disse isso nessas palavras) vendo a empresa que você vendeu se dando bem e a que você comprou não indo tão bem assim; e
  4. Eu adicionaria também que, dependendo do caso, a empresa fica extremamente cara. Aí é a hora de vender, porém é difícil estimar o valor "justo" de uma ação. Então muito cuidado com isso.

O capítulo 6, que trata dos motivos para vender, termina de uma maneira que não teria como ser melhor:
Se o trabalho de análise foi corretamente executado, o tempo para vender uma ação é quase nunca.
Sobre dividendos, eu gostaria de destacar o seguinte:
Na verdade, deveriam ser dados pesos mínimos e não máximos aos dividendos, por aqueles que estão selecionado ações excepcionais (outstanding stocks). (...) o melhor resultado de dividendos virá não de empresas com um alto yield, mas daquelas com um relativamente baixo yield.
O que é o yield ao qual Fisher se refere? É a razão entre o dividendo recebido por ação e o preço que foi pago pela ação (ou o preço atual da ação, dependendo do objetivo da análise). Se chama dividend yield (Dividendo/Preço).

Se uma empresa mantem, por exemplo, o seu payout alto e constante ao longo do tempo, ela fica com menos dinheiro para reinvestir. Logo, poderá ter menor possibilidade de fazer com que os lucros cresçam (claro que depende de cada tipo de negócio). Enquanto que outra distribui muito pouco e reinveste muito, fazendo com que os lucros futuros cresçam e isso gere mais dividendos no futuro. Mas essa é uma questão de estilo do investidor, se prefere crescimento forte ou mais dividendos.

O capítulo 8 traz 5 coisas que os investidores não devem fazer:

  1. Não compre empresas promocionais (não operacionais, ou em um estágio muito inicial do ciclo de vida, como as empresas do Grupo EBX, por exemplo);
  2. Não ignore boas ações só porque elas são negociadas em mercado de balcão;
  3. Não compre uma ação só porque você gostou do "tom" do último relatório anual;
  4. Não assuma que o alto preço em que a ação está negociando em relação ao seu lucro seja necessariamente uma indicação de que um crescimento adicional dos lucros já esteja precificado; e
  5. Não brigue por centavos (esse eu vou explicar, porque o título não é autoexplicativo e eu traduzi de uma forma não literal, porque ele usou um trocadilho que não consegui equivalente em português - "Don't quibble over eighths and quarters").

A explicação para o último ponto acima é que você não deve brigar por centavos, no final das contas. Fisher diz que "se a ação parece ser a correta para se comprar e o preço para ser razoavelmente atrativo, compre a mercado". Os centavos que você poderia ter economizado serão insignificantes, quando comparado com o lucro que você deixará de ganhar se não comprar a ação.

Ele cita o exemplo de uma empresa que estava sendo negociada a $ 35,50, mas um indivíduo cujo nome ele não citou tentou comprar a $ 35,00. Não conseguiu. E pior! A ação subiu para $ 500 algum tempo depois (já ajustado para proventos pagos e splits).

O capítulo 9 traz 5 outras coisas que o investidor não deve fazer - bem mais legais que as 5 anteriores, em geral:
  1. Não exagere na diversificação
  2. Não tenha medo de comprar em uma situação de guerra (eu gosto muito dessa frase para representar essa situação: "a hora de comprar é quando tem sangue na rua, mesmo que o sangue seja o seu");
  3. Não seja influenciado pelo que não importa;
  4. Não falhe em considerar o tempo, assim como o preço na compra de uma verdadeira ação de crescimento; e
  5. Não siga a manada!

Sobre a diversificação, você pode ter 1 só empresa (e.g. Berkshire) e ser bem diversificado, porque a empresa investe em diversas outras empresas de diversos outros setores, assim como você pode ter várias empresas e não ter diversificação nenhuma (quem não lembra do Grupo EBX? Você tinha várias ações de setores diferentes, mas todas correlacionadas entre elas). 

Diversificar é importante, mas diversificar demais pode te fazer perder oportunidades de investimento. Se você analisou muito bem a ação, tem noção dos riscos de concentração e é um investidor de longo prazo, eu não vejo muito problema em concentrar. Eu mesmo costumo ser bem concentrado. Já cheguei a ter basicamente apenas 3 ações na minha carteira - depois de quase 10 anos como investidor, inclusive.

Sobre o item 3 acima, Fisher fala que as pessoas se preocupam muito com algumas estatísticas que são pouco importantes, como o range de preços do mínimo ao máximo em um determinado período:
Isso é ilógico? Isso é financeiramente perigoso? Sim, enfaticamente, para as duas perguntas (...)
Geralmente as pessoas que não entendem muito o processo de valuation é que ficam presas ao viés acima:
Portanto, o preço que a ação negociou 4 anos atrás pode ter pouca ou nenhuma relação com o preço que ela está sendo negociada hoje. (...).
Por pensar assim, olhar para os preços passados, muita gente deixou Magazine Luiza passar!

O último trecho de destaque é mais uma evidência de mais um grande investidor de que não adianta nada fazer um bom trabalho de análise, se você não tem o seu "psicológico" treinado para investir em ações:
Um dos melhores investidores que eu conheci me disse muitos anos atrás que no mercado de ações um bom sistema nervoso é muito mais importante do que uma boa cabeça.
P.s.: acredito que ele esteja se referindo a Peter Lynch com "It isn’t the head but the stomach that determines the fate of the stockpicker".
NÍVEL DE PROFUNDIDADE/ACESSIBILIDADE

Esse não é um livro raso, mas também não é um livro muito profundo nos conceitos. Por isso não é um livro chato de ler, apesar de ser bem antigo - diferente de "O investidor inteligente".

Seria muito legal, inclusive, se tivesse um livro falando apenas do Scuttletbutt, com profundidade e casos reais.

Acredito que qualquer um interessado no assunto conseguirá acompanhar a leitura sem maiores dificuldades.



A QUEM É INDICADO

Esse livro é indicado para os investidores que são um pouco mais agressivos e gostam de focar em empresas que têm mais possibilidades de crescimento forte.

Se você é interessado puramente em dividendos, esse não é um livro para você.



VALE À PENA

Esse é mais um livro clássico dos investidores fundamentalistas, que mostra a importância de analisar a empresa, os números contábeis e o negócio em geral.

Se você é investidor de longo prazo, gosta de empresas com alto potencial de crescimento... esse livro é obrigatório!



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2 comentários:

  1. Excelente resenha do livro.

    Eu já li o livro. É um livro excelente, para quem como eu, segue a filosofia de investimento buy and Hold.

    Ele foca muito na analise qualitativa (gestão e administração da empresa).

    A parte das 15 perguntas é muito boa, assim como a parte de quando vender uma ação.

    Abraço e bons investimentos.

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  2. Parabéns pelo resumo, está na minha lista de livros pra ler faz um tempinho.

    Essa parte do quando vender uma ação eu li no site do fundamentus, e acabei tendo que copiar para o meu blog, porque é uma preciosidade.

    Abraços

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